ARP Patrimoniais apresenta um percurso de 30 anos mantendo elevados níveis de eficiência e credibilidade

Publicada em outubro de 2020, no jornal Vida Económica, esta entrevista a Heitor Silva, CEO da ARP Patrimoniais, retrata o percurso da empresa ao longo de três décadas, a especialização na gestão de sinistros, reabilitação de imóveis e a resposta aos desafios colocados pela pandemia.

A ARP Patrimoniais (ARP) está muito focada na gestão e reparação de sinistros e reabilitação de imóveis, trabalhando sobretudo com parceiros do universo segurador.

“Somos especializados na análise técnica e reparação de danos patrimoniais (danos por água, incêndios, tempestades e inundações)”, destaca em entrevista o CEO Heitor Silva.

Como se caracterizou a atividade da ARP Patrimoniais neste percurso de 30 anos?

Foi um percurso onde estiveram sempre presentes os valores do rigor, da procura da excelência, da inovação e da resposta às necessidades do mercado. Sinceramente, hoje, como há 30 anos, esta é a matriz de identidade da empresa e da sua equipa de profissionais, algo que nos permitiu manter elevados níveis de eficiência e credibilidade nas nossas áreas de negócio.Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.

Qual é atualmente a sua principal atividade e em que segmentos do mercado?

A nossa empresa é muito focada na gestão e reparação de sinistros, trabalhando sobretudo com parceiros do universo segurador. Somos especializados na análise técnica e reparação de danos patrimoniais (danos por água, incêndios, tempestades e inundações). Temos um modelo operacional inovador, que centraliza na nossa empresa todas as áreas envolvidas neste processo, desde a peritagem à orçamentação e à reparação.

ARP Patrimoniais apresenta um percurso de 30 anos marcado pela eficiência, credibilidade e especialização na gestão de sinistros e reabilitação de imóveis.

Quais as mais-valias que apresenta?

Possuímos uma alargada equipa interna (associada a todas as áreas da construção), recursos materiais e estruturais (como, por exemplo, testes não destrutivos, oficinas de carpintaria, lacagem, afinação de tinta), o que gera grandes mais-valias para as companhias de seguros, nomeadamente ao nível da gestão dos processos de sinistro, economia de custos e fidelização do cliente.

Possuímos ainda várias certificações, como são os casos da Condomínio Deco+, bem como da R.U.-I.S. (Reabilitação Urbana Inteligente e Sustentável) atribuída pela AICCOPN, o que nos confere garantias de qualidade e rigor. Somos pioneiros neste modelo de projeto e por isso oferecemos uma autonomia e capacidade que não está ao alcance de todas as empresas deste setor.

Devido a todas as qualidades inerentes à nossa empresa, fomos sendo solicitados por clientes particulares para a realização de remodelações e reabilitações, o que nos permitiu a abertura de um departamento de obras particulares pautado pelo mesmo rigor, qualidade e profissionalismo.

Quais as intervenções que se destacaram nos últimos anos?

As nossas intervenções estão muito focadas na reparação de danos emergentes de sinistros. São ocorrências que geram muita perturbação no conforto e bem-estar dos segurados. O destaque não resulta da grandeza ou da dimensão da intervenção, mas da rápida mitigação das medidas empregues na proteção de bens não afetados, na reparação metódica e eficiente e na reposição das condições de habitabilidade e segurança. O reconhecimento e a satisfação dos clientes são a demonstração da nossa eficiência e qualidade.

Como caracteriza o atual momento na atividade da empresa em consequência da pandemia?

No último triénio, a empresa tinha vindo a crescer cerca de 5% ao ano, atingindo um volume de faturação superior a quatro milhões de euros nesse período. Como é natural, esse crescimento sofreu um impacto em 2020 com os efeitos da pandemia mundial, mas estamos convictos de que até ao final do ano poderemos voltar a níveis semelhantes de crescimento, desde que o mercado continue com a tendência atual.

A empresa fez um forte investimento em recursos e novas instalações, inauguradas no início do ano, e felizmente conseguiu manter todos os postos de trabalho, mantendo sempre uma política de qualificação e valorização dos recursos humanos.

Na sua opinião, que medidas devem ser tomadas para salvaguardar a continuidade das empresas do setor?

Penso que, sobretudo nesta fase pandémica, é essencial que os clientes se sintam seguros, pelo que acredito que seja fundamental a adoção de todas as medidas de segurança, principalmente nesta tipologia de trabalho em que entramos em casa das pessoas. Além disso, a proximidade ao cliente gera satisfação e a possibilidade de garantia de um serviço de qualidade.

No último triénio, a empresa tinha vindo a crescer cerca de 5% ao ano, atingindo um volume de faturação superior a quatro milhões de euros nesse período. Como é natural, esse crescimento sofreu um impacto em 2020 com os efeitos da pandemia mundial, mas estamos convictos de que até ao final do ano poderemos voltar a níveis semelhantes de crescimento, desde que o mercado continue com a tendência atual.

A empresa fez um forte investimento em recursos e novas instalações, inauguradas no início do ano, e felizmente conseguiu manter todos os postos de trabalho da ARP Patrimoniais, mantendo sempre uma política de qualificação e valorização dos recursos humanos.

Entrevista ao CEO da ARP Patrimoniais publicada no suplemento Seguros do jornal Vida Económica, de 9 de outubro de 2020.